Como mudar o tema do Gmail

Dando um intervalinho no tema sacolas plásticas, há algum tempo descobri que o Gmail tem disponibilizado a opção de alterar o tema do seu e-mail, é verdade, para aqueles que não sabiam e talvez não acreditem, a foto representante desse post é um print screen com minha conta no Gmail aberta, com o tema planetas, bem legalzinho e bom, principalmente bom pra mim que tenho uma grande tendência a enjoar das coisas com uma certa rapidez e vivo precisando de novidades.

Creio que não seja nenhuma novidade, e não sei há quanto tempo está disponível e se já está disponível para todos os usuários (se não estiver em breve estará), mas para alterar o tema de sua conta, basta ir no menu Configurações (lá em cima ao lado do seu e-mail) e depois em Temas e escolher o teu, fácil não?! Mais fácil que isso é ir até o site de buscas da Google (Google Black pra economizar energia) e buscar mais detalhes sobre se for o caso, rs folgado eu não...mas eu precisava fazer uma tentativa de piada... Outro detalhe interessante é que em muitos temas (senão todos) você logo após escolher o seu tema deve escolher sua cidade, pois o fundo mudará de acordo com sua região e horário adequado para, por exemplo, ter o pôr do sol de fundo no seu e-mail.

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Sacolas plásticas parte II: buscando uma saída

No post anterior mostrei parte da problemática por trás do uso das sacolas plásticas em relação ao seu impacto no meio ambiente e talvez parte da criação de uma cultura envolta ao plástico, onde nossos heróis são de plástico, carros são praticamente plástico, roupas com plástico, e que tudo que não possui plástico ainda poderá vir a ter plástico.

A partir desse fato, comprovado e sabido por todos, muitos governos tem adotado medidas até, de certa forma, radicais em relação às sacolas plásticas, como na França onde, especialmente em Paris, as sacolas plásticas foram banidas por lei, e pretende-se expandir essa lei para todo o país. Na Irlanda, que o cliente deve pagar 15 centavos de euro (convertido em projetos ambientais) por sacola usada na compra, o que fez com que o consumo caísse 90%, e quando ameaçou voltar o consumo a taxa aumentou (fonte: Super-Interessante), temos também Zanzibar, que BANIU por completo o uso das sacolas por afetar a vida marinha, principal atividade econômica, e se você for pego com sacos plásticos, você fica pelo menos 6 meses na cadeia ou então toma uma multa de 2000 dólares (Fonte: BBC News). Nessa lista há outros países nas quais as sacolas plásticas foram banidas por lei, mas que somente estes dão um exemplo.

“Segundo o Ibope, 75% da população prefere carregar suas compras em sacolas plásticas. E, de acordo com a SP Trade, 61% das pessoas utilizam a sacola somente “da metade para baixo”, ou seja, não ocupam todo o espaço da embalagem. Esta última constatação vem de um levantamento realizado em 12 empresas de supermercado da cidade de São Paulo, num total de 400 lojas.” (Fonte: Jornal Já)

Isso realmente acontece, os supermercados são um grande exemplo, eles praticamente colocam um item por sacola e te empurram sacolas e mais sacolas de plástico, sacolas estas que com certeza não retornarão aos supermercados, ou porque rasgaram devido sua alta qualidade e expessura ou porque não é prático, e sabemos que as malditas não são de muita utilidade se não aliadas a um outro objeto, que geralmente vai dentro dela, ai junta-se milhares de sacolas em casa devido aquela idéia de que algum dia iremos precisar delas, como realmente um dia precisaremos, e assim elas agora praticamente dominam o mundo, isso sem contar as embalagens também de plástico.

Muitos de vocês, caros leitores, podem rebater os argumentos aqui apresentados com o fato da sacola plástica ser reciclável, mas a questão é que ela é de difícil reciclagem, devido sua espessura, porém existem iniciativas que buscam maneiras de converter o plástico em outros produtos, como o caso da madeira de plástico, da qual a garrafa PET pode fazer parte, o que ajuda com a diminuição do desmatamento por não prover de árvores, como mostra o vídeo abaixo.

Mas e quanto aos sacos plásticos oxibiodegradáveis? Pois é, essa seria uma grande proposta, pois acelera a decomposição do plástico numa velocidade cem vezes maior que o processo natural. O problema esta que ele apenas mascara o real problema, servindo inclusive de precursor para um dano maior ao meio ambiente.

O problema esta nos catalisadores empregados para acelerar o processo de decomposição, composto de metais pesados como o níquel, cobalto e manganês. (Fonte: Jornal da Ciência).

Mas existe ainda o plástico biodegradável. Mas ao invés de explicar de imediato o que é o plástico biodegradável, prefiro mostrar a diferença entre este plástico e o oxibiodegradável. A diferença é que o plástico Oxibiodegradável na verdade, se fragmenta através da oxidação criada pelos novos aditivos químicos adicionados ao plástico, o que não elimina as partículas do plástico em si, permitindo inclusive que esse plástico fragmentado se infiltre no solo e contamine os lençóis freáticos, e outros, juntamente com outros elementos não existentes no plástico comum (esse foi o motivo pela qual a lei que exigia somente o uso desse plástico em São Paulo fosse vetado pelo José Serra), em contrapartida, os biodegradáveis baseiam-se em compostos vegetais como o amido, servindo de alimento para microorganismos no solo que o decompõe. Outro plástico interessante e biodegradável é o plástico PHB (polihidroxibutirato), produzido na excreção da bactéria Burkholderia sacchari ao se alimentar de açúcar (em estudo, fonte: Inova Unicamp). Porém o plástico biodegradável se fragmenta numa velocidade menor que os oxibiodegradaveis, onde apesar de serem mais ecologicamente corretos, sua tecnologia é mais cara.

No Brasil há varias leis em processo de aprovação contra os sacos plásticos, porém aqui o processo é lento, já que há a enorme pressão advinda da indústria do plástico, que não tem o menor interesse na aprovação dessas leis e que por sinal rebate essas campanhas com alguns vídeos de consumo consciente do plástico através da ONG Plastivida (pode ser conferida no youtube), que infere também grandemente na vontade de alguns políticos cujos interesses (R$$) vão além da preservação ambiental, já que “não estarão mais aqui” quando a bomba estourar.

Vou ficando por aqui nesse post, pois perdi minha linha de raciocínio e esqueci o que ia escrever, mas gostaria de saber a opinião de vocês, leitores do blog, sobre esse assunto, até mesmo pra eu saber se há alguma informação que falte. Obrigado

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Sacolas plásticas parte 1: apresentando o perigo

Hoje em dia muito se fala em torno desse produto e sobre as conseqüências de sua produção, uso e principalmente do descarte em relação ao meio ambiente. Aparentemente inofensivos, esses produtos se utilizados e alojados de forma inadequada, podem gerar impactos desagradáveis para o meio ambiente, fruto da bagunça moderna que virou parte da vida dos seres humanos com suas manias de praticidade e higiene além claro, da irresponsabilidade pelas conseqüências de seus atos.

Segundo Fernanda Altoé Daltro, técnica em consumo sustentável do departamento de economia e meio ambiente do Ministério do Meio Ambiente (nuss), o Brasil produz cerca de 3,9 milhões de toneladas de sacos plásticos, e consome 12 bilhões de unidades, onde 87% desse total viram sacos de lixo doméstico (fonte: Câmara Municipal de Belo Horizonte).

Tenho que admitir que os sacos plásticos sejam “úteis” (não tão necessárias) para a vida moderna pela sua praticidade e versatilidade além de serem considerados higiênicos, ou então para atuarem em algum filme de hollywood ehehe, veja. Porém em contrapartida, hoje em dia TUDO possui plástico e é embalado em sacos plásticos, e como já nos é também conhecido, tudo que se compra vira lixo e com os sacos plásticos não seria diferente, ora pois ela praticamente representa a indústria do descartável, sendo criado junto com a mesma. Grande parte de todo esse lixo gerado acaba não indo parar nos lixões, mas são jogados em lugares indevidos pela própria população, e claro: acaba indo para os bueiros, que quando não os entope (contribuindo para mais enchentes), vai parar num rio, onde se não ficar preso nas margens ou no fundo do próprio rio, já poluído com os dejetos de toda uma cidade ou metrópole, ou se não for comido por algum pássaro ou peixe que o confunda com alimento, acaba parando no mar, onde animais marinhos como baleias, golfinhos, tartarugas e outros, também o confundem com alimento, morrendo sufocados com aquilo que não era pra estar ali. Citando UM caso (dentre milhares), em 2002 uma baleia minke foi encontrada morta na costa da Normandia, França, com 800 quilos de sacos plásticos no estômago, varias delas sendo de um super-mercado Inglês - nova regra gramatical, acho. (Fonte: Editora Abril)

A indústria do plástico tem se defendido diante dessas movimentações antiutilização (já na nova regra gramatical, rs) dessa arma, digo...sacolas plásticas, com a afirmativa de que não é o plástico que causa danos ao meio ambiente e sim seu uso irresponsável, e que se deve fazer o uso responsável desse produto. (AVISO: Tudo que será dito a partir daqui não será generalizando!) Concordo em partes, mas esses caras só podem estar loucos! Não sei se digo isso por descrença na humanidade, mas pedir que TODA a coletividade (afinal, toda ela faz uso de sacos plásticos), faça uso responsável dos sacos plásticos é como pedir para um cleptomaníaco não roubar, praticamente impossível, CLARO que as pessoas não farão uso racional desse produto, mesmo afirmando que o estão fazendo, pois a grande maioria é movida por um senso comum (comuito distúrbio mesmo), pois sempre estão esperando que o outro faça primeiro, mas não por falta de iniciativa, mas por preguiça e medo de achar que perderá a comodidade, mordomia, conforto, ao mudar para uma atitude considerada mais “ecológicamente correta”, e por tal deixa que o outro faça sua própria parte e a do outro. Mas essa situação está mudando aos poucos, pois a água fria está começando a bater nas nádegas de todos, obrigando-nos a mudar de alguma forma, rs. (Aqui acaba a não generalização).

Saindo de minhas injúrias com o mundo e voltando para as informações, o plástico demora em média 400 anos para se decompor. Mas o problema também está na tinta ta estampa utilizada, que essa se desfaz mais rapidamente, eliminando assim os metais pesados utilizados em sua composição na terra ou na água, e depois de ter causado inúmeros danos durante alguns séculos, ao se decompor termina de eliminar os outros componentes químicos utilizados como aditivos e outros para fabricar o plástico, no ambiente em que estiver.

“Segundo o Programa Ambiental das Nações Unidas, existem 46.000 fragmentos de plástico em cada 2,5 quilômetros quadrados da superfície dos oceanos. Isso significa que a substância já responde por 70% da poluição marinha por resíduos sólidos.” (Fonte: Planeta Sustentável, Editora Abril)

Não estou fazendo apologia a eliminação total das embalagens plásticas, pois é como pedir para o mundo abandonar o carro: impossível em sua totalidade, pois ainda sim, os sacos plásticos são bem úteis, mas o que busco com esse post é mostrar que seu uso esta exageradamente abundante, pisando bruscamente no campo de supérfluo, desnecessário, e uso este que pode ser reduzido em vários setores.

Esse post será divido para evitar que fique demasiadamente longo (devia ter feito isso em outros artigos também), tendo sua continuidade em um artigo posterior, obrigado.

Essa música é muito boa...e o polipropileno é do mal....

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Eles estão entre nós? HareBurguer hare hare

Pra não deixar meus estimados leitores sem posts por muito tempo, enquanto eu estou preparando outro artigo, que está me custando horas de pesquisa para colheita dos dados, vai um vídeo muito ilário mesmo, que me foi enviado pelo Bruno BK, durante uma conversa muuuito instrutiva e proveitosa sobre as questões mais profundas que a psiquê humana pode compreender...aushuahuas.

Isso é marketing ou realmente eles estão entre nós? hmmm....HARI BOOOLLL!!

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