A História das Coisas

Deixe de lado tudo o que estiver fazendo e assista a esse documentário, sério, vai valer a pena, depois de assistir continue a ler, também vai valer a pena...rs..um grande sucesso na internet mas não tão famoso assim é o video a seguir da americana Annie Leonard, uma especialista em sustentabilidade, The Story of Stuff (A história das coisas), está no site, mais de 3 milhões de visitas. Se você é daqueles que evita o máximo de ler, aqui tem uma versão dublada.

A culpa é de quem? Com certeza não é das empresas, mas sim, nossa culpa, consumidores! Pois eles apenas trabalham para suprir nossa crescente fome de consumo e apenas aproveitam esse espaço do mercado onde a demanda que cresce cada vez mais tem que ser suprida, claro que a outra parte é culpa das empresas, pelo modo que fabricam mas somos vampiros com sede de sangue, rs, e não saciar essa sede pode ser fatal, imaginem as pessoas que afogam suas mágoas nas compras como ficarão, pobrezinhas delas ehehe teriam que achar outra forma de amenizar sua ansiedade (quem sabe homicídios ou narcóticos, rs brincadeira). O pior é que somos constantemente levados a acreditar que temos que comprar dado produto para nos sentirmos bem, felizes, ou para sermos algo melhor, como sempre nos diz os comerciais de margarina, somos induzidos a uma ilusão que nos faz ver que nossa vida não será melhor quanto será se obtermos tal produto, mas tudo isso ainda é culpa nossa, pois é, aquele que possui um conceito de vida próprio formado, que acredita e SEGUE os próprios ideais, que sabe o que quer ou se não sabe pelo menos tem conhecimento que faz parte do processo e busca se conhecer e além de tudo procura criar um mundo melhor, esse sim não se abala tão facilmente, pois a mídia aproveita a vulnerabilidade de cada um, quase que individualmente, como aquele programa de TV onde a câmera fica dentro de uma estrutura como se fosse o fundo de um poço e um pastor fica lá “em cima” dizendo: “você que esta sofrendo, esta no fundo do poço e desacredita na vida, venha para...”, kra.....claro que quando acontece algo na vida de alguém, como a morte de um ente querido, ela vai estar muito fragilizada, é claro que vai estar na fossa emocionalmente, ai muda de canal e se vê no fundo de um poço com um dito cujo falando lá no alto palavras de impacto e é ai que, a pessoa “fraca mentalmente” (não encontrei outro jeito de falar) vai sucumbir a proposta (não criticando mas usando como exemplo).

O problema é que a solução seria: diminuir o consumo! Medida essa que sinceramente julgo impossível ser adotada pelo coletivo, talvez pela idéia de que muitos têm: de que abrir mão do consumo é abrir mão do conforto. Está certo que a diminuição do consumo levaria à conseqüências (olha a trema) um pouco ruins para a econômia de um pais, mas levaria a um bem para o planeta que agora tem seus bens estuprados violentamente e sem o menor remorso dos seus carrascos praticamente, fora que, usurpados todos os recursos, não teremos outra opção e seremos obrigados a abrir mão do que muitos chamam de conforto, e vai ser nessa hora que vamos levantar pois a água fria vai estar batendo na nossa bunda, mas sinceramente, tomara que esses muitos abram os olhos para ver a realidade que estão criando. Outro pensamento é: “ por que vou diminuir meu consumo se muitos quase nem consomem, se eu consumir muito não vai fazer diferença sou só eu, e tenho que consumir por aqueles que não podem consumir muito”, quanto a isso: sem comentários!

Mas o que quero mesmo dizer é sobre que muitas coisas que fazemos diariamente, o fazemos sem perceber, muitos afirmam que não, mas são zumbis da própria vida, carregados pelo inconsciente coletivo, como se a racionalidade só servisse para fazer cálculos de matemática na escola e a consciência então fosse algo sobrenatural no modo de vida ocidental.

Até quando vamos fingir não estar acontecendo nada e apenas levar nossas vidas do modo medíocre que levamos? Viver apenas para suprir nossos desejos num ato de trabalhar para comprar pra matar a vontade e assim sucessivamente até o dia de nossa morte? Até quando? Hein? Rsrs...viver sem nada ter feito pra mudar, mesmo que seja a si próprio, ninguém é perfeito, mas levar a vida apenas vivendo a mercê dos acontecimentos sem procurar se melhorar pra mim é ignorância. Pois enquanto o círculo de uma ação não for fechada, ela se repetirá até o individuo aprender o que tem que ser aprendido. A cada ação gera uma reação igual e oposta de força equivalente.

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