Cabeças de papelão

Quem se lembra do programa “Contos da Meia Noite” da TV Cultura se lembrará também dessa interpretação da Maria Luisa do conto do João do Rio com certeza. Esse foi um dos poucos que me tocaram pela sua realidade (ou então sou paranóico com mania de conspiração, ehehe).

A qualidade da imagem não está muito boa, mas o seu significado continua intacto dentro da mente de cada um que ouviu e ouvirá sua narrativa, e que tão logo notarão que, apesar do tom jocoso, há uma ácida critica em seu contexto para com aqueles que não pensam por si próprios e que são motivados pelo dito “sistema”, tão largamente maldito pelos idealistas do anarquismo.

Abaixo, os videos que compoem essa obra de João do Rio, são duas partes, vale a pena assistir até o final, é rápido e não custa você perder 12 minutos no total para assisti-los, ai se for de sua vontade caro leito, pode continuar a leitura abaixo do vídeo.

Primeira parte

Segunda parte

Não há o que dizer sobre a interpretação magnífica da Maria Luiza, que conseguiu impor através do seu tom de voz a idéia que provavelmente João do Rio quis passar. Também não há o que contestar sobre a veracidade do tema proposto, onde muitas vezes aqueles que pensam por si e portanto, diferentemente da sociedade, são tomados por loucos ou considerados escória dessa sociedade que etiqueta e qualifica tudo em padrões ditas por alguns empresários detentores do poder econômico e portanto, do poder político (como exemplo o caso da BM Par em Porto Alegre em relação ao Projeto do Pontal do Estaleiro).

Não tenho, e não sei o que dizer pra expressar a revolta que deve surgir em todos quando percebem a verdadeira face da hipocrisia ocultada sob mascaras pomposas de boas pessoas ou empresas idôneas acerca do bem coletivo. Assim como as pessoas tentam se parecer mais e mais com o resto de sua sociedade, ocultando assim seus verdadeiros “EU” em nome de uma imagem mais agradável ao coletivo, assim também ocorrem com algumas empresas, quantas dessas empresas que pregam a preservação da mata amazônica, na verdade compram, por baixo dos panos, madeira ilegal provindas de cortes rasos e predatórios? Não sabemos dizer quantos, mas sabemos que há empresas do tipo, e muitas vezes são aquelas que menos esperamos.

Sócrates foi morto por pensar por si mesmo e por incitar os jovens da época a pensarem livremente por si mesmos também, morto por uma política que prefere a ignorância do seu povo, pois assim não coloca-se em risco seu poder, e essa política é utilizada até hoje em muitos, senão todos, os países, já que o que movimenta o mundo hoje são as grandes empresas, e eles tem que ser paparicados pelos governos em troca de dados benefícios, afinal, liberaram 3 trilhões para salvar os bancos em crise, e não liberam alguns milhões pra acabar com a fome no mundo, ora pois, isso não é interessante para as grandes empresas, assim como a cura de varias doenças não são interessantes também, já que resultam em muitos lucros para as empresas farmacêuticas comercializarem seus medicamentos.

A China durante as Olimpíadas foi um grande exemplo de uma manipulação da informação, fora aquelas falcatruas todas, houve ainda o cerco às informações que entravam e saiam do pais, como o caso dos jornalistas do SBT, detidos após baixar imagens da campanha internacional sobre o desrespeito da China aos direitos humanos, sobre a campanha de libertação do Tibet.

Quantos cientistas ou bruxas foram presos e condenados à morte durante a inquisição por pensarem diferentemente (contradizerem) da igreja católica?

Agora pergunto: vocês realmente têm a certeza de que são livres? Não há nada que não tenham notado onde fica demonstrado que realmente não somos livres? Você, caro leitor, é levado pelo modismo cotidiano do “quem não tem um desses esta ultrapassado”?

Agora, sobre o Homem de cabeça de Papelão, apenas nos diz, àqueles interessados que param pra analisar as coisas, que devemos realmente ver o quão somos nós mesmos no dia a dia, se não vivemos em função de um modismo passageiro ditado por algo que não sabemos de onde ou como vem (talvez pela mídia ou pelo inconsciente coletivo) ou se vivemos em função de ideais que julgamos coerentes e éticos. Claro que devemos pensar no coletivo, mas não como o coletivo.

Esse conto de João do Rio abre uma gama muito grande de questionamentos a serem propostos, mas o que realmente importa é o sentimento que cada um sente diante desse conto e consequentemente dessa realidade que todos sabem que existe, mas que não é tão facilmente visto.

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Meio Ambiente 0 x 1 Time is MONEY

É...caros leitores, novamente mais um ato que demonstra que a vontade do povo fica em segundo plano para política (não generalizando), perdendo para os (prováveis) interesses pessoais ($$$) de alguns empresários e vereadores capachos do dito "progresso pelo dinheiro", se sobrepondo assim, aos interesses da coletividade e prejudicando mais uma vez o meio ambiente. Isso é triste.

Há algum tempo atrás, postei sobre o movimento dos moradores de Porto Alegre contra a solicitação de dados empresários para a alteração de uma lei existente que protege a Orla do Guaíba contra construções comerciais e residenciais no local (para lembrar veja Orla do Guaíba: Meio Ambiente x $$$), porém o “inesperado” aconteceu: o dito "Projeto Pontal do Estaleiro" foi aprovado pela Câmara dos Vereadores no dia 12 de Novembro de 2008, permitindo assim a alteração da ditada lei, beneficiando assim alguns setores da construção civil (a BM Par Empreendimentos LTDA).

Não julgando a idoneidade dos políticos envolvidos e dos quais votaram a favor do projeto, mas a reação de alguns ditada pelos presentes e inclusive fotografada, deixou algumas questões pairando no ar e com um cheiro queimado de falcatrua no acontecido, principalmente devido ao fato da pressa na aprovação desse projeto sem ao menos ter passado pelos departamentos de Meio Ambiente e Saúde de forma a avaliarem os possíveis impactos ambientais, sociais, etc, que poderão ser causados pelo projeto, nada disso foi feito...

É sabido de todos que em todas as negociações há conflito de interesses, e nesse projeto também não poderia deixar de ser, como mostra o trecho abaixo, retirado de uma coluna no Correio do Povo de 18/11/2008, de Juremir Machado da Silva:

“Boatos não faltaram de que houve isto e aquilo, que é como se chama ‘aquilo’ que não quer se denominar de ‘isto’ por falta de provas ou de interesse. Telefonei ontem para Cláudio Sebenelo, vice-presidente da Câmara de Vereadores, com a intenção de entender um pouco melhor o desfecho do episódio. Ele me contou uma historinha que dá muito a pensar. Cada um que tire as suas conclusões tranqüilamente."

"Em agosto, ou começo de setembro, um enviado da BM PAR, a empresa que comprou a área do Estaleiro Só com o fim de construir ali um condomínio de ricos e faturar com a mudança da lei em vigor, procurou Cláudio Sebenelo e ofereceu ajuda financeira para a sua campanha eleitoral. Como qualquer candidato, Sebenelo estava com pouco dinheiro. Como em qualquer eleição, o dinheiro é decisivo. O enviado generoso não estabelecia condições nem expectativas. Nada propunha, nada pedia, nada sugeria, nada cobrava. Tudo ficava implícito. Sebenelo diz ter explicado ao autor da oferta que não podia aceitar ajuda de uma empresa interessada na aprovação de projetos pela Câmara de Vereadores. Elementar! É o que se chama de recusa ética."

"Sebenelo não se elegeu. Ficou como primeiro suplente. Votou contra o Pontal do Estaleiro.”

A interpretação cabe a cada um do que pode ter ocorrido, no mais, pelo sim ou pelo não, uma denuncia foi encaminhada até o Ministério Público e do qual irá apurar as denuncias já embasadas por todo material encaminhado pelo Presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre e outros membros presentes no decorrido fato.

Com isso, minha pouca fé nos políticos brasileiros continua a escorrer ralo abaixo, não acredito que as egrégoras da política vão se dissolver de uma hora pra outra libertando assim os bons políticos que por sua influência declinam para o lado negro da força, mas creio que se ao menos fosse aprovada uma lei, onde só pode ser eleito quem possui ensino superior vá tornar as coisas aparentemente melhores, talvez e com certeza continuarão desviando verba pública da saúde e educação, mas pelo menos o farão melhor, mais escondido e difícil de se descobrir, passando para o povão, uma imagem de que tudo corre bem e todos são éticos e corretos e assim, quem sabe, criando uma forma-pensamento mais forte que a egrégora política e com isso acaba mudando realmente um pouco as coisas? ehehehe...a culpa não é da política, e sim de quem os pratica de forma anti-ética, cometendo atos ilícitos se vendendo por um punhado de papéis que serão utilizados apenas para preencher (erroneamente) o vazio que talvez sintam, enforcando-se num circulo vicioso, tapando cada vez mais os próprios olhos.

Mas enfim, ainda há algumas chances, e claro, o povo de Porto Alegre não ia contentar-se com a estranha decisão e cruzar os braços enquanto vêem todo um esforço e ideal irem pro ralo junto com a Orla do Guaiba também, neste domingo (23/11/2008), as 10hs está marcado em frente ao monumento expedicionário, uma manifestação com o intuito de explicar a população que o veto do prefeito à lei aprovada é importante e talvez a única maneira de defenderem a honra da força popular. Então chamem seus conhecidos de Porto Alegre e os convidem a participarem, cada pessoa faz a diferença!

Segue abaixo algumas imagens do nefasto acontecimento, onde mostra vereadores comemorando a aprovação, em outra imagem o vereador Haroldo ameaçando o chargista Santiago, entre outras, todas elas juntamente com mais informações podem ser verificadas no Blog Porto Alegre Vive.

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Orla do Guaíba: Meio ambiente x $$$

"Parque Sim! Espigão Não!"

Esse é o grito dos moradores de Porto Alegre e dos nossos amigos do blog Porto Alegre Vive, do qual estão precisando do máximo apoio que conseguirem, para impedir que mais um ato demonstrativo da superioridade de grandes investidores ($$) sobre os representantes do povo no governo, venha a se concretizar mais uma vez e assim acabar, com a talvez pouca fé do povo na política brasileira e no caso, com mais um bem público natural: a Orla do Guaíba.

Indo diretamente ao ponto, a lei complementar nº470, de 02 de janeiro de 2002, em Porto Alegre, veda o uso residêncial, a atividade indústrial e a localização de depósitos na chamada Orla do Guaíba, preservando o espaço para atividades de interesse cultural. Permite a construção de até quatro pisos, o que não altera de forma significativa a volumetria do prédio que lá existe. Porém a BM PAR Empreendimentos LTDA em parceria com a Debiagi Arquitetos e Urbanistas, arremataram em leilão, por R$ 7,2 milhões (Fonte: Projeto Biodiversidade do RS), essa área de preservação permanente sabendo de sua condição legal, e por tal solicitam a modificação dessa lei complementar para a construção de um complexo de prédios comerciais e residenciais no local (“um super-condomínio com seis prédios em forma de muralha, cor branco neve e 43 metros de altura”, fonte: Portal Vitruvius), com a alegação de que as leis vigentes para as limitações urbanísticas inviabilizam o projeto, não trazendo o LUCRO NECESSÁRIO para que seja um bom negócio, fora que acabará com o que (por fotos) me pareceu ser um parque muito agradável e público, mas que com a alteração da lei tornar-se-á privado.

Realmente essa situação mais parece com um cenário típico de novela da Globo, onde empreendedores sangue sugas, vampiros com sede de dinheiro, pretendem construir em áreas de preservação ambiental LEGAL, grandes empreendimentos no setor residencial e comercial, geralmente complexos de prédios, resorts (senão me engano tem uma novela atual abordando isso...rsrsrs).

O Blog Porto Alegre Vive, enfatiza que precisam do máximo apoio, pedindo até, pra quem não reside em Porto Alegre, que entrem em contato com quem reside lá e explique os acontecimentos, de forma a angariar mais pessoas para participar de corpo presente nas manifestações organizadas pelos grupos.

Claro que esse fato devia servir de exemplo para todos os cidadãos de todas as cidades, que por muitas vezes calam-se com acontecimentos que ocorrem a toda hora nos municípios e que por muitas vezes não trazem nenhum beneficio para seus moradores e principalmente para o meio ambiente, mas somente para eles, empreendedores. Mais uma mostra do que é dito no documentário “A História das Coisas”: “ o que faz parecer que as grandes empresas são maiores que o governo é porque elas realmente são maiores que o próprio governo”.

Dou meu total apoio, e realmente me enche de felicidade o fato de saber que há pessoas que se levantam para defender o justo, o que é benéfico pra o coletivo, e não somente motivados por interesses mesquinhos, me compraz em apenas saber que não somos todos um bando de conformados!

Então, ajude você também, assinando o abaixo assinado e entrando em contato com seus amigos e parentes que lá residem, pedindo para ajudar no que puderem, passe adiante a informação, mesmo que de boca em boca. Para mais informações, visitem os links que aqui disponibilizei e para contribuir com o abaixo assinado, acesse abaixoassinado.org/abaixoassinados/1571. (Se você já assinou o abaixo-assinado impresso, não assine este. Cada pessoa deve assinar apenas uma vez, seja o abaixo-assinado on-line ou impresso.)

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Campeonatos Municipais - Eleições 2008

Poxa vida, as eleições municipais são amanhã e até agora não fiz nenhum post a respeito, e como “aquela velha de opinião formada sobre tudo” ainda me importuna a vida, tenho que falar sobre as eleições também.

A priori quero falar sobre o mito “voto em branco” e “voto nulo”. Muitos entusiastas da política brasileira e, provavelmente filiados a um partido (exceto aqueles que se filiam pra fugir de trabalharem nas eleições, rs) ou com grau de parentesco com algum candidato a uma posição na mesma política, consideram o voto nulo e branco como sendo um ato de alienação total quanto à importância do próprio papel no processo democrático, considerando tal ato como atestado firmado da própria ignorância, em função de preferir “jogar o voto no lixo” a poder separar o joio do trigo através do voto, mas se esquecem de que todos tem liberdade de escolher o que bem entenderem, isso inclui o voto nulo e branco, o próprio sistema democrático garante esse direito, inclusive por colocar na urna essas duas opções...ehehehe, claro que o voto nulo está mascarado pra servir como forma de desencorajamento.

Muitos outros de “transversal” da política (aqueles que não são nem de esquerda nem de direita e não apóiam o sistema político e nada relacionado a política, mas cujos ideais e atitudes são políticas...ehehe), afirmam que todos devíamos votar em branco ou nulo como forma de protesto, inspirados pela vã idéia de que conseguiremos limpar o Brasil dos maus políticos e que com isso não estragaremos um ovo bom colocando-o no meio de ovos podres, que todos sabem o que acontece segundo o dito popular (ao menos a intenção é boa).

Outro mito que muitos acham verdadeiro é que votando nulo ou branco, principalmente em branco, o voto estará sendo contado para o candidato que está na frente, mas estão errados, pois segundo a lei nº 9.504 de 30 de setembro de 1997, nos dispõem o que segue:

“Art. 2º Será considerado eleito o candidato a Presidente ou a Governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos.”
[...]
“Art. 3º Será considerado eleito Prefeito o candidato que obtiver a maioria dos votos, não computados os em branco e os nulos.”
[...]
“Art. 5º Nas eleições proporcionais, contam-se como válidos apenas os votos dados a candidatos regularmente inscritos e às legendas partidárias.”

Outro mito que corre por ai é quanto ao fato de que votos nulos dos eleitores podem anular a votação, dizem que se houver mais de 50% de votos nulos a eleição será anulada, mas para uma votação ser anulada ela deve preencher as condições dispostas nos artigos 220 a 222 da lei nº 4.737 de 15 de Julho de 1965, porém o que encoraja tal idéia e é a fonte da discussão esta no artigo 224 da mesma, que cita:

“Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”

A confusão começa quando o artigo 224 é interpretado isoladamente, fora que a anulação da votação só poderá realizar-se se, e somente se, houver 50% dos votos anulados somente pela Justiça Eleitoral mediante as infrações dispostas nos artigos 220 a 222, conforme o recurso especial eleitoral nº 25.937/2006, pois diferem as categorias dos votos nulos dos eleitores, por erro ou vontade própria, e dos votos anulados pela Justiça Eleitoral em decorrência de ilícitos, não podendo assim somar ambas.

Voltando a questão de separar o joio do trigo, isso é algo que analisando bem não é possível de se fazer apenas baseado nas palavras ditas por um candidato, que facilmente compara-se a um competidor em meio a um campeonato, afinal, eles farão de tudo para conseguir ludibriar os juizes (povo) para alcançarem a vitória, e o povo acata levados pelo “tanto faz, vai continuar tudo na merda mesmo”, o que apenas instiga ainda mais o meu voto em branco ou nulo. Pois como dão a entender os partidos políticos, tudo não passa de uma disputa (como campeonatos de futebol) pra ver qual partido (time) ganha ou qual é mais bem visto pelo povo, já que a única coisa que temos é apenas a oratória (e má por sinal) de candidatos que muitas vezes mal conseguem ler seus discursos escritos por supostos “assessores de imagem”, candidatos esses que entram para politica incentivados por elogios de amigos que querem ser simpáticos e afirmam: “nossa, você devia entrar pra política” e claro, pelo salário e regalias, muitos até devem ser analfabetos funcionais, dos quais conseguem ler (e mal), mas não sabem o que o texto quer dizer( a experiência de vida conta? Rs).

A culpa

Sinceramente, partindo da minha visão, parte da culpa da situação política atual provém do povo, que por longos anos na história permitiu que ocorressem tantos descaramentos, tanta corrupção, isso só ocorreu talvez por que não levantaram a bunda do sofá e brigaram pelo real sentido da palavra democracia (demo=povo, kracia=governo ou poder, no grego) logo no inicio de sua implantação no Brasil, e claro que a outra parte da culpa cabe aos políticos, que pelo visto não se importaram muito com isso, e acabam se aproveitando do povo com baixa instrução (cultural também) para perpetuar sua carreira como verdadeiros sofistas, mesmo por que, o conhecimento (por conseqüências: o esclarecimento por meio do questionamento) é, foi e sempre será perigoso para os poderosos (uma das causas que levaram Sócrates a morte), pois escancara a hipocrisia daqueles que detêm o poder (talvez por isso a educação nem sempre é levada a sério no pais, pra não por em risco as verdadeiras orgias do dinheiro público).

Falando em significado, achei o novo significado para a palavra política retirada de uma resposta no “Yahoo respostas” (a politika dos gregos não estava com nada, rsrs)

P ra enganar...
O tários...
L ição que te digo;
I nvente mil histórias...
T ruques de ofício;
I ndignação do povo...
C alunie denovo!
A ssim funciona a vida da política meu povo!!!

Momento “Fala que eu te escuto”:

Mas, falar de nada adianta pro povo brasileiro que continua levando sua vida se esquecendo que aqueles que elegemos para nos representar se esquecem do que foram fazer lá na tal política (ehehe) e se beneficiam sancionando leis motivados por causas pessoais para ganhos pessoais, ganhando salários absurdos e com direito a regalias ainda mais absurdas, cometem vários crimes onde são processados, mas por mero protocolo, pois logo serão acobertados pelos coleguinhas de política senão pela mídia que logo pula para outro assunto fazendo o povão se esquecer do ocorrido, ai depois pra não ficar mal visto pelo povão fazem alguma coisinha aqui e ali e tudo nas coxas pra nas próximas eleições virem com aqueles jingles aterrorizantes (que ninguém gosta por sinal e gruda na massa cinzenta), isso fora quando não começam a fazer algo e param na metade do projeto. A politica tornou-se hipócrita, ao menos na visão do público e minha. O que fazer afinal? Eu até sei, mas vai adiantar?rs

PS: Claro que esse discurso esta partindo de alguém cuja visão de política baseia-se nos noticiários da TV e por tal tornaram-me cético e com uma visão sem esperança, sem fé na política brasileira, ainda mais de alguém cujo conceito de sociedade equipara-se a uma utópica anarquia, ao menos sei que nao posso me tornar um vereador, pois nao faço idéia de como formula-se um projeto de lei ou tudo o mais, mas tem gente que nao pensa assim, mas existem os ovos bons no meio de tudo isso, as exceções...e ainda por cima serei mesario..rs (ao menos ganhoR$ 10,00 ehehehe).

Segue aqui um texto interessante de João Guilherme L. Mendes, Juiz de Direito no Amapá: Texto

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