Como mudar o tema do Gmail

Dando um intervalinho no tema sacolas plásticas, há algum tempo descobri que o Gmail tem disponibilizado a opção de alterar o tema do seu e-mail, é verdade, para aqueles que não sabiam e talvez não acreditem, a foto representante desse post é um print screen com minha conta no Gmail aberta, com o tema planetas, bem legalzinho e bom, principalmente bom pra mim que tenho uma grande tendência a enjoar das coisas com uma certa rapidez e vivo precisando de novidades.

Creio que não seja nenhuma novidade, e não sei há quanto tempo está disponível e se já está disponível para todos os usuários (se não estiver em breve estará), mas para alterar o tema de sua conta, basta ir no menu Configurações (lá em cima ao lado do seu e-mail) e depois em Temas e escolher o teu, fácil não?! Mais fácil que isso é ir até o site de buscas da Google (Google Black pra economizar energia) e buscar mais detalhes sobre se for o caso, rs folgado eu não...mas eu precisava fazer uma tentativa de piada... Outro detalhe interessante é que em muitos temas (senão todos) você logo após escolher o seu tema deve escolher sua cidade, pois o fundo mudará de acordo com sua região e horário adequado para, por exemplo, ter o pôr do sol de fundo no seu e-mail.

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Fungindo da mesmice: alterando o tema do Windows XP

Muitos de vocês devem estar cansados daqueles temas (aparência) do Windows XP, sempre os mesmos, enjoativos, onde ou é o estilo clássico ou então a aparência do próprio XP, que também se limita a apenas 3 cores, mas então, por que não alterar o tema e se livrar dessa mesmice? Mas como?

O nome mais difundido para a personalização do desktop chama-se deskmod. Muitos diriam que não dá certo, pois o XP não permite colocar outro tema senão aqueles disponibilizados pela Microsoft. Isso acontece por que há uma dll chamada uxtheme.dll, que só permite o uso de temas assinados digitalmente pela Microsoft, mas então, como resolver esse probleminha?

Existe um programa chamado UxTheme MultiPatcher (esta é a versão 4.0), basta executá-lo e clicar em Patch, com isso a uxtheme.dll será substituída, após a substituição deverá aparecer uma outra janela com a versão do windows, se tudo tiver corrido corretamente basta dar OK e o seu micro será reiniciado, mas não se assuste caso após a substituição, o tema do seu windows fique com a aparência do windows clássico (98), pois assim que reiniciado o tema voltará ao normal. E pronto, seu XP está apto a ter seu tema alterado.

Há também outras formas de se alterar o tema, mas essa foi a mais prática e a que pude comprovar sua eficácia, afinal, já faço uso desse artifício há um bom tempo.

Como precaução, recomendo que crie um ponto de restauração do sistema, apesar de ser criado sempre que há alguma alteração no sistema, não custa cria-lo manualmente indo em: Iniciar > Todos os Programas > Acessórios > Ferramentas do Sistema > Restauração do Sitema. Ora pois, mesmo não tendo como não funcionar ou errar, imprevistos acontecem.

Para encontrar os novos temas (ou visual styles), há o site themexp.org, lotado de temas, lá basta ir ao menu Visual Styles e escolher umas das categorias e baixar o seu, eu sinceramente procuro evitar os que vem com a extensão exe, que instala automaticamente pra você. Mas os novos temas geralmente estão na extensão "theme" ou "msstyle", são compostos de um arquivo (as vezes com uma pasta) que deve(m) ser colocado(s) na pasta C:\Windows\Resources\Themes, ai é só clicar no arquivinho (theme ou msstyles) e desfrutar do seu novo tema.

Para completar, você ainda pode baixar novos ponteiros para o mouse e alterar os sons originais do seu windows, pra sair ainda mais daquela mesmice.

Por enquanto é só isso, abaixo há algumas telas de alguns themes diferentes, leves e interessantes.

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Mantas térmicas com embalagens longa vida

Mais uma grande idéia brotou há algum tempo da mente de um brasileiro. Todos sabem o quão quente tem estado nossos dias, porém os meios de amenizar esse efeito dentro de nossas casas, possuem um alto custo no mercado, como as mantas térmicas, fora que nem todos possuem essa disponibilidade (R$) para isso, mas...então porque não confeccionar sua própria manta térmica utilizando produtos recliváis, como caixas de leite longa vida?!

Pois é, como muitos devem ter pensado: de quebra ainda ajudamos o meio ambiente! Segue abaixo o texto original do Instituto Akatu por Liciane Mamede sobre o tema:

Em 2000, ao jogar uma caixa de leite longa vida no lixo, o engenheiro aposentado Luís Otto se deu conta de que esse material é todo revestido de alumínio. “Achei um absurdo tão grande jogar fora que comecei a guardar”, conta. Nessa fase, ele ainda não tinha muita idéia do que fazer com as caixas vazias, mas não demorou para que esse problema fosse resolvido. Pouco tempo depois, soube da existência de uma tecnologia que usava placas de alumínio em forros de casas. Esse recurso possibilita manter o ambiente mais fresco, já que o alumínio reflete 95% do calor que recebe.

A idéia que Otto teve a partir daí é bem simples, porém inovadora: transformar caixas de leite longa vida em forros para casas. O plano foi apresentado à Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que ajudou a desenvolvê-lo. Assim nasceu o “Projeto Forro Vida Longa”. A universidade forneceu alguns equipamentos e os primeiros testes foram feitos na própria casa do engenheiro.

Desde então, Luis Otto já deu palestras inclusive no exterior para divulgar a técnica. “Umas 350 pessoas já me consultaram”, calcula. Seu objetivo é esse mesmo, faz questão de ressaltar que é um projeto totalmente social, pois ele divulga a técnica e as pessoas a usam . “Muita gente no Brasil já deve estar utilizando esse método, dei muitas entrevistas falando sobre ele”, supõe Otto.

De acordo com a Unicamp, apenas 15% das caixas longa vida são parcialmente recicladas no Brasil - os outros 85% acabam indo para o lixo comum. Portanto, a manta de longa vida acaba funcionando também como minimizadora de impactos ambientais, além de ser uma solução barata, acessível e consciente que ajuda a melhorar a qualidade de vida da pessoas.

O “Projeto Forro Longa Vida” vale-se também de um dos princípios fundamentais para o consumidor consciente: a minimização de resíduos. Ao evitar que embalagens que podem ser reaproveitadas tenham como destino final o lixo, o consumidor consciente coloca em prática o mesmo princípio que norteou o engenheiro Luís Otto e, portanto, assim como ele, exerce seu protagonismo em prol da sustentabilidade do planeta.

Outra atitude consciente é apoiar e consumir idéias ambiental e socialmente corretas. A cooperativa Bom Sucesso, em Campinas, que há um ano faz placas de longa vida sob encomenda e é uma das grandes beneficiadas socialmente pelo projeto, agradece.

“As pessoas que nos procuram, geralmente, estão construindo suas casas”, revela Cecília Mendes Correa, que faz parte da cooperativa. O metro quadrado da placa sai por R$ 2,5, cerca de 60% mais barato que o forro térmico vendido em lojas de materiais de construção.

Para Helena Aguiar, a manta térmica de caixas longa vida foi uma ótima solução. “Diminuiu muito o calor dentro de casa, os respingos de água da chuva e evitou até a entrada de pó”, diz ela, cuja casa é coberta com telhas portuguesas.

Apesar de poder ser usada em qualquer tipo de construção, esse projeto, que já recebeu o Diploma Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil, beneficiou em particular alguns tipos de residências mais precárias.

No Brasil, não é difícil encontrar pessoas que vivem em casas cujos telhados são feitos de telhas de amianto. Este é um material muito usado por ser mais barato. O problema é que, no verão, casas com esse tipo de cobertura podem atingir uma temperatura de até 70 ºC.

No inverno, as fendas do telhado deixam o vento e o frio entrar. Esses graves inconvenientes podem trazer problemas de saúde para as pessoas que residem nessas condições e, freqüentemente, simplesmente impossibilitá-las de permanecer dentro de casa em determinadas horas do dia.

O site da Pratec, empresa de engenharia e arquitetura de Campinas, ensina o passo-a-passo da fabricação das mantas. Já a Cooperativa Bom Sucesso pode ser contatada pelo telefone 19 3281-6413. Fonte: Inst. Akatu.

Eu sinceramente não encontrei nada além de propaganda da empresa supracitada, mas talvez não tenha procurado direito, rs.

Mas encontrei, pelo Blog Viver Sustentável, uma cartilha completa sobre o projeto, para fazer o download ou apenas visualizar pelo snisps, basta clicar AQUI.

Acho muito importante inovações como essa, pois pelas projeções dos tempos vindouros, a tendência é a coisa piorar, e com isso pelo menos dentro de casa, poderemos desfrutar de um clima mais ameno.

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Ventilador USB

Novamente estamos sendo arrebatados por ondas de calor, e muitos não dispõe de ventilador ou ar condicionado quando estão em frente ao pc, e entao o que fazer? Aguentar firme até que o dia acabe?! Não! Não é necessário graças as idéias inovadoras daqueles que criam projetos DIY - Do it yourself (faça você mesmo) ehehehehehe.

Segue abaixo um ventilador USB que encontrei no site Instructables.com.

Você precisará de:

- Motor
- Porta USB = max. 2,5W
- 2 Cds
- Um cabo USB
- Um pedaço de um cano de PVC ou o que você quiser que sirva como base.

O "como fazer" creio que está bem demonstrado no vídeo, mas qualquer dúvida só deixar um comentário.

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Uma tecnologia simples e barata para desinfectar água

Uma boa notícia tem circulado na rede, sobre uma estudante de 18 anos, brasileira, que foi a vencedora do Prêmio Jovem Cientista após apresentar um projeto de baixíssimo custo que desinfeta a água com uma técnica chamada de solarização (veja matéria aqui), e que tem ajudado vários moradores carentes que vivem a beira dos rios de Belo Horizonte, porém essa técnica não é tão recente assim.

O projeto consiste em garrafas PET pintadas de preto de um lado, caixas de papelão e papel alumínio, onde é colocada a água a ser desinfetada e, após isso, é exposta ao sol por 4 horas. Tendo decorrido esse tempo, 100% de todas as contaminações por vírus e bactérias são eliminadas por meio do calor e da radiação UV.

“Microorganismos são sensíveis ao calor, é possível eliminar 99,9% deles aquecendo a água entre 50-60°C por cerca de uma hora. Assim são eliminados Enterovirus e Rotavírus, Coliformes fecais, Salmonela, Shigela, Vibrião da cólera, ovos de Ascaris, Tênias e Schistosomas, Giárdia, e outros. Radiação ultravioleta (UV) também tem efeitos letais sobre vírus e bactérias por sua ação sobre as enzimas e o próprio DNA. Menos de 30W.h/m2 são suficientes para eliminar Coliformes e Streptococus fecais bem como Escherichia coli.” (Fonte: vide observação no fim do artigo).

Porém, separadamente, esses dois fatores não exercem muita força sobre a eliminação da contaminação do que quando unidas (a união faz a força!), gerando assim um efeito sinérgico, elevando substancialmente a eliminação da contaminação. Porém há ressalvas para a aplicação dessa técnica, onde algumas delas são: deixar o recipiente limpo e ser transparente para a passagem dos raios UV, a água não pode ser turva, pois atrapalha na passagem dos raios UV que é absorvida conforme passa pela água, caso estiver turva, a água deverá ser filtrada (para verificar se esta turva, basta colocar a garrafa em cima de um sinal qualquer e olhando pelo gargalo verificar se é possível enxergá-la), e os recipientes não podem ser muito grandes, devendo ser de até 2 litros.

“Se a água a ser solarizada tiver ar dissolvido, e, consequentemente, o oxigênio nele contido, pela ação da radiação UV serão gerados peróxido de hidrogênio (água oxigenada) e radicais livres de oxigênio, extremamente letais aos microorganismos. Uma prática recomendada é, ao preparar a solarização, colocar de dois terços da capacidade de água da garrafa e agitá-la vigorosamente por cerca de meio minuto, completando a garrafa em seguida.”

Realmente recomenda-se apenas o uso de garrafas pet brancas transparentes, pois há garrafas que possuem um aditivo anti-radiação e por não impor barreiras para a entrada dos raios UV como nas garrafas coloridas.

Para unir o calor aos raios UV e potencializar a solarização, basta pintar um lado da garrafa de preto, e para melhorar mais pode-se forrar essa parte com papel alumínio (com mostra a figura abaixo) ou colocar a garrafa dentro de uma caixa forrada com alumínio, desde que os raios solares atinjam a garrafa por 4 horas.

Essa é mais uma das formas alternativas de conseguir o mesmo que vários produtos de alto custo disponibilizados no mercado fazem, mais uma inovação das organizações (taaabajara) das mentes humanas que buscam o bem comum, interessados apenas no bem estar coletivo em prol daqueles que são esquecidos pelas massas dominadoras e detentoras de grande parte do capital mundial.

OBS: as duas citações aqui mostradas foram tiradas do Blog De Barco na Amazônia, onde possui todas as fontes de pesquisa dessa técnica pelo autor do artigo, e esse artigo é uma adaptação do texto do mesmo blog feita por mim mesmo ehehehe.

Para mais informações a respeito também, acessem o site do projeto Sodis (em inglês)

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Tela Multi touch caseiro!

Bom, ultimamente ando realmente sem inspiração para escrever, talvez esteja em meu inferno criativacional, o que me impede de pensar em algo e ter inspiração para escrever esse algo rs, e por tal peço desculpas aos meus poucos e fieis leitores.

Bom, após muito navegar, acabei achando algo até que interessante, como fazer um touch screen, melhor ainda, multi touch screen caseiro e muito facil de se fazer. O projeto é simplista, o considero mais como um inicio para iniciantes nessa tecnologia de modo que possam aperfeiçoa-la mais adiante.

Ele funciona da seguinte forma: a web cam captura a sombra feita com os dedos ao tocar no papel e o software interpreta essas sombras (vocês vão entender).

Os materiais necessários são:

- Uma caixa de papelão

- Uma plaquinha de algum material transparente (vidro, acrílico, etc)

- Uma folha de papel sulfite ou papel vegetal

- Fita adesiva

- Uma Webcam

- Software que é open source: Touchlib

O unico problema desse projeto é que a imagem não é projetada no touch pad mas o beneficio é o seu custo realmente baixo!

Há algum tempo eu havia achado um projeto do qual se tem a imagem projetada no touch pad, mas utilizava-se de um canhão de LEDs de infra-vermelho para reconhecer o toque, o que o deixa mais caro, porém eu perdi o link desse "tutorial", mas prometo que vou procurar!

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Estradas Verdes

É...realmente o tema “Meio Ambiente” esta em pauta nos vários confins do mundo e sendo cogitado seriamente nos cérebros dos vários pesquisadores espalhados pelo mundo, que buscam incansavelmente soluções para tornar nossas vidas algo mais “ecológicamente corretas”, talvez motivados pelos sérios problemas futuros que fomos capazes de sacar até o presente momento em relação ao nosso planetinha, claro, alertados pelo que já está ocorrendo.

Pois bem, agora parece que essa onda verde brevemente estará mais presente no nosso cotidiano com as chamadas “estradas verdes”, isso é se o projeto não for atravancado por empresas que preferem o monopólio atual em que se situam como protagonistas e que garante um lucro satisfatório que também garantem o estilo duro de vida (sarcasmo) cheia de bens e o incessante saciamento de suas necessidades e anseios por coisas supérfluas, fruto do consumo e estilo caro de vida de seus empresários.

Engenheiros Holandeses anunciaram a construção da primeira rodovia com uma pavimentação que elimina a poluição emitida pelos veículos. Partindo de um material desenvolvido pelos japoneses (só podia ser né), a pequena estrada de Hengelo, Holanda, receberá um pavimento que contém um aditivo capaz de capturar as partículas de óxido de nitrogênio (principal causa das chuvas ácidas) emitidas pelos escapamentos dos veículos, a estrada dessa cidade foi escolhida por estar sendo reconstruída e pelo ar lá ser mais puro, o que permite um acompanhamento dos avanços pelos pesquisadores.

“O concreto purificador de ar recebe em sua formulação um aditivo à base de dióxido de titânio. Quando exposto à luz do Sol, o material reage com os óxidos de nitrogênio, transformando-os em nitratos, que são inofensivos ao meio ambiente. Basta uma chuva para que todo o pó inerte seja lavado e a estrada fique limpa de novo.” Fonte: Inovação Tecnológica.

Não obstante, os espanhóis decidiram criar algo do gênero para a tão linda Madri, diferente dos holandeses, os espanhóis criaram um composto ao qual chamam de “noxer”, que é um revestimento também a base de dióxido de titânio que gruda ao asfalto e capta as partículas de óxido de nitrogênio com uma reação fotocatalítica, em dias de sol muito forte, esse produto ao ser misturado ao asfalto permitirá que sejam eliminados até 90% da poluição emitida por veículos e fará com que fique grudado ao asfalto, e em dia de sol fraco chega-se a 70% segundo os pesquisadores, e assim como o dos amigos holandeses, basta uma chuva para limpar novamente o pavimento e recuperar sua capacidade assimiladora.

Já que todos estão inspirados nas chamadas estradas verdes, os nossos tão estimados vizinhos, os Estado-unidenses não podiam ficar atrás, descobriram uma forma de gerar energia por meio do calor gerado pelo sol na pavimentação das rodovias, ruas e estacionamentos. O asfalto fica realmente quente sob o sol, e serve como coletor térmico para a geração de água quente ou energia elétrica, fora que elimina as chamadas “ilhas térmicas” das grandes cidades.

Os pesquisadores do Instituto Politécnico Worcester, nos Estados Unidos, utilizaram termopares incorporados ao asfalto para medir a penetração do calor solar no asfalto e canos de cobre para medir a transferência do calor para um fluxo de água, que pode ser utilizada em residências e indústrias, ou então enviada para um gerador termoelétrico e gerar energia elétrica. O bom é que o asfalto retém o calor do sol por muito mais tempo após o sol ter se posto, diferente das células fotovoltaicas conhecidas atualmente.

Porém a viabilidade do projeto ainda esta sendo estudada, podendo substituir os tubos de cobre por outro material especialmente desenvolvido para esse objetivo e que possa ser implantado durante o processo de recapeamento das vias já existentes, fora que também estão desenvolvendo tintas que diminuem a reflexão do asfalto e a incrementação de novos componentes, de forma a aumentar sua capacidade de absorção e armazenagem do calor.

Se realmente essa onda de gerar energia pelo calor do asfalto pegar aqui no Brasil, pelo menos os “encanadores” não vão ter problemas com a manutenção, já que terão muitos buracos no asfalto possibilitando o devido conserto (ehehehe) e quem sabe não privatizam também as ruas de nossas cidades, porém uma coisa é certa: teremos outro imposto, dito para a manutenção desse sistema, mas certamente desviado para cobrir os gastos com supérfluos da administração e quem sabe não será outra obra superfaturada?

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