Sacolas plásticas parte II: buscando uma saída
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Sacolas plásticas parte 1: apresentando o perigo
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Como fazer uma vassoura com garrafas PET
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Análise de alternativas para o reaproveitamento dos resíduos de couro das indústrias calçadistas
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Uma tecnologia simples e barata para desinfectar água
Essa é mais uma das formas alternativas de conseguir o mesmo que vários produtos de alto custo disponibilizados no mercado fazem, mais uma inovação das organizações (taaabajara) das mentes humanas que buscam o bem comum, interessados apenas no bem estar coletivo em prol daqueles que são esquecidos pelas massas dominadoras e detentoras de grande parte do capital mundial.
OBS: as duas citações aqui mostradas foram tiradas do Blog De Barco na Amazônia, onde possui todas as fontes de pesquisa dessa técnica pelo autor do artigo, e esse artigo é uma adaptação do texto do mesmo blog feita por mim mesmo ehehehe.
Para mais informações a respeito também, acessem o site do projeto Sodis (em inglês)
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Estradas Verdes
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Instituto Akatu e a busca pelo consumo consciente
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Sustentabilidade: efeito da conscientização social
Por Daniel G / Sergio A. Brancaglion
Sustentabilidade! Não faz muito tempo que essa palavra começou a ser usada na mídia, como forma de alerta ou mesmo propaganda. Mas há muito que vem sendo “gritada” por ambientalistas e cientistas do mundo todo.
Mas afinal, o que é essa tal sustentabilidade?
Sustentabilidade se define como um princípio de uma sociedade que mantém os recursos necessários para um sistema social justo, ambientalmente equilibrado e economicamente próspero por um período de tempo longo e indefinido. Não trata-se apenas de árvores e animais, mas da interação da sociedade como um todo com o seu meio, sociedade da qual vive dentro de um ambiente vivo com suas próprias limitações.
Em suma, sustentabilidade é conseguir produzir qualquer coisa sem um impacto negativo ao seu entorno, no caso: o planeta! Básicamente é fazer o que precisamos fazer hoje sem prejudicar o amanhã.
"O desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades". Definição de desenvolvimento sustentável apresentada no relatório "Nosso Futuro Comum", publicado em 1987 pela Primeira Ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland, conhecida por criar a definição de desenvolvimento sustentável mais aceita atualmente.
O Santo Graal da sustentabilidade na parte de um sistema ambientalmente equilibrado é a aplicação do termo “impacto zero”, ou seja, por exemplo: um sistema de produção fabril pode gerar impactos negativos com o meio onde está inserido, mas com um desenvolvimento sustentável esses impactos são reduzidos ou anulados. Como visto no documentário “The history of stuff” (A história das coisas), o sistema linear de produção atual é um sistema em crise, pois não é dada a devida atenção ao inicio e ao fim desse sistema, que seria a extração dos recursos do meio ambiente e o descarte do produto final pelo consumidor, pois focando-se apenas no lucro e na produtividade, não são medidos esforços de aumentar essa produção, sendo assim mais recursos naturais serão estuprados do meio ambiente e mais lixo é produzido, sendo que não há tecnologia suficiente para controlar e ajudar a gerir a quantidade exorbitante de lixo produzido diariamente. Desenvolvimento sustentável então é poder administrar esses sistemas de modo a não prejudicar o meio ambiente para as futuras gerações sem ter que diminuir produção e consequentemente o lucro, mas a adequação da empresa ao meios alternativos para manter-se e para evoluir em sociedade com um meio ambiente estável.
Mas também não é só isso, por exemplo, no sistema social: um garoto de rua me pediu dinheiro no sinal, o ato de eu dar o dinheiro apenas por caridade e seguir minha vida, sem me preocupar com o que vai acontecer com aquele garoto é (superficialmente) denominado filantropia, ou se preferirem “dar o peixe” (sem ensinar a pescar, mas como sempre há excessões). Não podemos apenas dar o peixe e fechar os olhos para as causas das diferenças sociais e com isso nos sentirmos realizados por termos dados 50 centavos para um garoto de rua, isso está longe de ser o ato de bondade do dia e não vai ser por isso que o papai noel irá nos visitar no verão.
Sua preocupação com certeza vale muito mais que 50 centavos, preocupação e interesse em saber o porquê das coisas, e buscar soluções para as causas, investindo com dinheiro, tempo ou conhecimento, investir com o que você tem de melhor (conceito de voluntariado), muito ou pouco, mas não fingir não saber dos problemas e continuar levando uma vida medíocre.
Devemos pensar de forma a não mais sustentar tal diferença e sim gerar oportunidades, para que os mais atingidos não necessitem de pedir, e sim conquistar, como casos de empresas que após ter longos anos de serviço de um funcionário, antes de demiti-lo, investe em cursos para ele (o funcionário), de modo que ele não fique perdido e jogado ao relento do desespero no mercado atual de trabalho que exige mão-de-obra especializada.Mas o que isso tem a ver comigo ou com você?
A resposta é simples: você está inserido nesse planeta que chamam de terra, o que atinge um atinge vários, inclusive você, a menos que você se suicide e vire um simples número num gráfico estatístico do governo.
Só que esse não é o único problema. Está quente, e daí? Ligamos o ar condicionado, certo? Não. Porque em 2050 já teremos atingido o Pico do Petróleo e a energia barata vai ser coisa do século passado. Literalmente.
Já vimos muito sobre a importância de não sermos sangue sugas através do consumismo dos recursos naturais de nosso planeta – quando falo nosso me refiro aos terráqueos e não somente aos humanos – mas não podemos nos esquecer que em um planeta sustentável envolve muito de responsabilidade social.
Agir de forma responsável socialmente é viver consciente de nossas ações, e de como elas refletem no todo da sociedade e com o nosso meio, com o pensamento de que os mínimos detalhes fazem diferença, agir de forma a não prejudicar o planeta ou qualquer forma de vida nele presente.
Agir de forma responsável é ficar atento a “seta dourada do consumismo”, seta a qual move o mundo de hoje, porém responsável pela grande desigualdade social de nosso planeta. Desigualdades a qual determina em quantos metros quadrados as pessoas irão viver.
Todos já ouvimos falar das explorações da mão de obra barata de alguns paises, por empresas mundialmente conhecidas, piores que essas empresas somos nós que sabemos, e financiamos tal atitude, tudo pelos caprichos de uma vida moderna ditada por uma ilusão da mídia.
Mas se a coisa é tão fudida quanto parece, o que posso fazer a respeito?
Muitas coisas mesmo! Pra não ficar tão vago, citarei alguns exemplos: parar de usar sacolas plásticas, se for fazer compras leve sua própria sacola; diminuir o consumo que hoje é exagerado, mudar os hábitos de vida como ficar horas no banho para algo com menos impacto, se ver sua vó, mãe, tia, irmã, vizinho, e por ai vai,se ver alguem (ou você mesmo) lavando a calçada com a borracha vomitando água exageradamente, de um toque e mostre que pode ser lavado com vassoura e um balde de água, mostre que a calçada não sente sede nem calor, consuma produtos com atestado de procedência legal (ex: selos em móveis), ande bicicleta! (um ciclista a mais = um carro a menos), ou adote a carona solidária ou o transporte coletivo, melhor, em curtas distâncias, vá de a pé, mais saudável! E por ai vai...
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Caia na balada , essa é pra sexta-feira!
Esse artigo foi escrito e enviado pelo Sergio A. Brancaglion - Jaú-SP.
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A História das Coisas
Deixe de lado tudo o que estiver fazendo e assista a esse documentário, sério, vai valer a pena, depois de assistir continue a ler, também vai valer a pena...rs..um grande sucesso na internet mas não tão famoso assim é o video a seguir da americana Annie Leonard, uma especialista em sustentabilidade, The Story of Stuff (A história das coisas), está no site, mais de 3 milhões de visitas. Se você é daqueles que evita o máximo de ler, aqui tem uma versão dublada.
A culpa é de quem? Com certeza não é das empresas, mas sim, nossa culpa, consumidores! Pois eles apenas trabalham para suprir nossa crescente fome de consumo e apenas aproveitam esse espaço do mercado onde a demanda que cresce cada vez mais tem que ser suprida, claro que a outra parte é culpa das empresas, pelo modo que fabricam mas somos vampiros com sede de sangue, rs, e não saciar essa sede pode ser fatal, imaginem as pessoas que afogam suas mágoas nas compras como ficarão, pobrezinhas delas ehehe teriam que achar outra forma de amenizar sua ansiedade (quem sabe homicídios ou narcóticos, rs brincadeira). O pior é que somos constantemente levados a acreditar que temos que comprar dado produto para nos sentirmos bem, felizes, ou para sermos algo melhor, como sempre nos diz os comerciais de margarina, somos induzidos a uma ilusão que nos faz ver que nossa vida não será melhor quanto será se obtermos tal produto, mas tudo isso ainda é culpa nossa, pois é, aquele que possui um conceito de vida próprio formado, que acredita e SEGUE os próprios ideais, que sabe o que quer ou se não sabe pelo menos tem conhecimento que faz parte do processo e busca se conhecer e além de tudo procura criar um mundo melhor, esse sim não se abala tão facilmente, pois a mídia aproveita a vulnerabilidade de cada um, quase que individualmente, como aquele programa de TV onde a câmera fica dentro de uma estrutura como se fosse o fundo de um poço e um pastor fica lá “em cima” dizendo: “você que esta sofrendo, esta no fundo do poço e desacredita na vida, venha para...”, kra.....claro que quando acontece algo na vida de alguém, como a morte de um ente querido, ela vai estar muito fragilizada, é claro que vai estar na fossa emocionalmente, ai muda de canal e se vê no fundo de um poço com um dito cujo falando lá no alto palavras de impacto e é ai que, a pessoa “fraca mentalmente” (não encontrei outro jeito de falar) vai sucumbir a proposta (não criticando mas usando como exemplo).
O problema é que a solução seria: diminuir o consumo! Medida essa que sinceramente julgo impossível ser adotada pelo coletivo, talvez pela idéia de que muitos têm: de que abrir mão do consumo é abrir mão do conforto. Está certo que a diminuição do consumo levaria à conseqüências (olha a trema) um pouco ruins para a econômia de um pais, mas levaria a um bem para o planeta que agora tem seus bens estuprados violentamente e sem o menor remorso dos seus carrascos praticamente, fora que, usurpados todos os recursos, não teremos outra opção e seremos obrigados a abrir mão do que muitos chamam de conforto, e vai ser nessa hora que vamos levantar pois a água fria vai estar batendo na nossa bunda, mas sinceramente, tomara que esses muitos abram os olhos para ver a realidade que estão criando. Outro pensamento é: “ por que vou diminuir meu consumo se muitos quase nem consomem, se eu consumir muito não vai fazer diferença sou só eu, e tenho que consumir por aqueles que não podem consumir muito”, quanto a isso: sem comentários!
Mas o que quero mesmo dizer é sobre que muitas coisas que fazemos diariamente, o fazemos sem perceber, muitos afirmam que não, mas são zumbis da própria vida, carregados pelo inconsciente coletivo, como se a racionalidade só servisse para fazer cálculos de matemática na escola e a consciência então fosse algo sobrenatural no modo de vida ocidental.
Até quando vamos fingir não estar acontecendo nada e apenas levar nossas vidas do modo medíocre que levamos? Viver apenas para suprir nossos desejos num ato de trabalhar para comprar pra matar a vontade e assim sucessivamente até o dia de nossa morte? Até quando? Hein? Rsrs...viver sem nada ter feito pra mudar, mesmo que seja a si próprio, ninguém é perfeito, mas levar a vida apenas vivendo a mercê dos acontecimentos sem procurar se melhorar pra mim é ignorância. Pois enquanto o círculo de uma ação não for fechada, ela se repetirá até o individuo aprender o que tem que ser aprendido. A cada ação gera uma reação igual e oposta de força equivalente.
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A Alquimia do povão: Reciclagem!
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